sexta-feira, 25 de novembro de 2016

                                  Voz do estranho PARTE - 2




Meia hora, após, seu mordomo ter voltado a sua casa com o carro, a família se dirigiu a recepção do aeroporto, chegando na recepção tirou seus documentos, e , fez perguntas a moça da recepção - Moça. quando saiu o aviâo para new Jersey. ela. levantando sua cabeça lhe respondeu simpaticamente dizendo que o  embarque sairia daqui a duas horas. O senhor, voltou a sua cadeira no saguão de onde estava acomodado, virou a sua esposa e disse - veia comigo, irei mostrar uma coisa, após disse sua filha .  -  filha, fique aqui, nos esperando, nâo saia daqui, que eu e mamãe já estaremos devota, dito isso saíram e deixaram. a menina sozinha. esperando na poltrona do aeroporto, que ficava no saguão, passada algumas horas, a menina já cansada de esperar pegou no sono, pois, ainda seu aviâo nâo tinha chegado, e nem sinal de seus pais, dada 3 horas depois de entrar em sono profundo Emy acordou com uma dor nas costas horrível, saiu pelo corredor, após de esperar tanto pelos seus pais, seguiu pelo um longo corredor vazio ala solitária do aeroporto onde ela nâo via mais as pessoas que vi, aquela multidão no aeroporto para comprar passagens, e na praça de alimentação, só ouvia  à um certo tom audível, sons que pareciam que à chamavam, para, uma porta dentro de onde colocam as bagagens, ela entrando descobriu que apareceu atrás dela uma figura de uma pessoa, como ela, só que preta de cabelos pretos, e olhos pretos brilhantes, grandes suas pupilas, a menina sentia um aperto muito grande quase insuportável dentro do quarto das bagagens, era como se tudo a sua volta pesasse o clima, ela olhou em volta nâo achou o motivo, mas, só consegui ver um certo rosto de fumaça e nada mais, que parecia mesmo nâo ter corpo à empurrava mais para dentro do quarto, ao seu lado havia uma janela onde ela podia ver tudo o que esta acontecendo, lá embaixo, inclusive os avioes parados, mas, tinha algo que ela notava de diferente olhando pela janela, os avioes e quaisquer coisas que ela encontrava ao redor, nâo, faziam nenhum tipo de movimento, nem vento. tinha. era como se tudo congelasse aquele momento, enquanto, o ar dentro do quarto onde ela esta ficava cada vez mais denso, ela nâo conseguia simplesmente sair dali por que era um clima sombrio como se algo a prendesse seu corpo, passada horas naquele lugar. totalmente imóvel ela pode acordar totalmente nova mas, algo....esta diferente era como se ela tivesse acordado de um sonho que ela julgava com todas as letras que ela estaria sonhando naquele momento, mas, sem ter acordado estava se sentindo muito amedrontada , pois nâo sabia se iria poder acordar, ela tinha medo de que ficasse sonhando para sempre, como esse era um dos seus piores medos de infância ela nem por um minuto ficou sossegada diante da situação, que ela estaria entrando, Emily à levou para um mundo distante, onde só reinaria coisas incomuns, como criaturas estranhas cada mais forte que á próxima,  luna acordou nesse novo mundo, um mundo muito diferente e surreal, para sua cabeça de criança, ela mal acreditava que estaria viva, começou a andar partir de onde estava em meio a terra árida, com muitas montanhas e morros vistos de longe por ela,ao longo do caminho poderia ver algumas graminhas que se faziam em pé em meio o solo árido, o chão era tâo seco que tinha silhuetas de rachaduras por todo châo, lembrando os lugares áridos do plano terra em que luna sairá , começou a andar mais já estava muito exausta, mas, nâo por ter andado de mais, mas, por que a terra era nâo tinha nenhum resquício de agua, em nenhuma gota, a sua situação estava cada vez mais difícil, porém, ela levada por seus sentimentos repentinos, e por ser uma simples criança, pensou e desistir pois percebeu uma enorme dificuldade, em continuar seu caminho já trilhado, mas, nâo adiantaria ela querer desistir e voltar, por que o portal já tinha se fechado para ela voltar aos seus pais, e ao mundo mortal, caberia a ela ir até o fim, para sair definitivamente do mundo de Emily , ela pode ver todas as barreiras caírem nesse mundo, a todos os momentos, ela foi tomada de uma força colossal para prosseguir, visto que era uma garota nova num mundo estranho, confiante, cada passo que dava era uma conquista, porém nâo via Emily , a garota misteriosa que à trouxe para aquele mundo, naquele lugar andando em trilhas pela terra seca e deserta, pode ouvir animais, como se fosse um grupo imenso de grandes animais, mas, nada tâo parecido com que ela estaria acostumada a ver no seu dia - a - dia no seu mundo, ela por um instante parou e olhou para trás, um grupo pequeno de animais, gigantes parecidos com lobos e corpo de dinossauros, passavam por ali, e procuravam se alimentar, mas, nâo eram carnivoros, procuravam plantas, só comida,  pois já haviam se hidratado antes, enquanto Emily á esperava do outro lado do deserto árido, mas, porém Emily por mais que esperasse nâo poderia, apressa-la e envolve-la pegando á pela mâo,pois, e um dever dela própria andar o caminho , luna teria que continuar andando até poder achar florestas próximas, onde poderia se abrigar,mas, seria uma tarefa difícil, havia ainda um longo e extenso caminho pela frente, por mais que quisesse correr o calor nâo havia de deixar, por que precisaria de água, e sem água, ela correria o risco de andar em círculos cansada,  começaria à desanimar, e nunca sairia de onde se encontrava e poderia morrer por seu corpo secar em meio um sol rachante, passava dias andando, em vezes,sem olhar para trás suplicando que alguém à ajudasse, mas, ninguém à escutava, e entâo lembrou que estava sozinha, chegou a passar pela sua pequena cabeça que Emily havia abandonado,  ,mas, ela estava no começo por incrível que pareça, para sua surpresa ela estava querendo achar caminhos mais fáceis, pois, nâo encontrava o que tanto procurava, sozinha e desmantelada por dentro, porém, suas dores do passado havia se tornado mais distantes,e ela ter tido esquecido, nâo, apontava o fato de ela ter esquecido do que estava á matando por dentro, lentamente, pois a pior dor nâo é aquele que te mata na hora, mas, aquela que demora a passar e muitas vezes se recusa.

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